Tapa-olho.
Nada melhor que um filme como Piratas do Caribe: O Baú da Morte para revelar de maneira escancarada a preguiça mental que acomete boa parte dos críticos brasileiros. A questão não tem nada a ver com discordância de opiniões ou coisa assim. O problema é que a maior parte das resenhas escritas sobre a nova produção de Jerry Bruckheimer simplesmente reduz o filme a um punhado de efeitos especiais e uma história confusa. Pior. Dizem que a trama não faz sentido algum e que o espectador a acompanha sem entender nada.
Besteira. A trama faz todo o sentido do mundo e é uma delícia. Uma mistura maravilhosa de enredo e clima das produções rodadas na Hollywood do star system, exalando aventura por todos os seus fotogramas como os filmes inesquecíveis estrelados por Errol Flynn. Além disto, ainda temos antigas lendas marítimas, monstrengos lovecraftianos, canibais, vodu, macaco zumbi e Johnny Depp dominando o mundo durante cerca de duas horas e meia.
A trama? O filme abre com Will Turner (Orlando Bloom) e Elizabeth Swann (Keira Knightley) sendo presos e condenados a morte, no dia de seu casamento, por terem ajudado o criminoso Jack Sparrow (Johnny Depp) a fugir da prisão. Na verdade, tudo não passa de um complô para que o oficial encarregado da prisão consiga para si a bússola aparentemente sem utilidade de Sparrow. Para alcançar seu objetivo, ele manda Turner no encalço do pirata com um ultimato: "volte com a bússola ou ela morre.
Enquanto isto, Sparrow passa a ter sua alma cobrada por Davy Jones (Bill Nighy), pirata amaldiçoado e uma conhecida lenda dos mares no hemisfério norte. Foi Jones quem deu o Pérola Negr
a ao anti-herói e a hora de saldar a dívida chegou. Para isto, ele está atravessando os mares atrás do pirata rock star acompanhado de sua tripulação de monstros. Veja bem. A tripulação tem vida eterna, mas aos poucos está sendo clamada pelo mar. Com o passar dos anos, mais eles vão se tornando criaturas marítimas. A única salvação de Sparrow para escapar desse destino é encontrar o tal baú do morte, aonde o coração de Jones está guardado. Mas para isto ele antes precisa encontrar a chave que abra o baú.
É isto. Consegui resumir razoavelmente bem em dois parágrafos. É claro que muito mais coisa acontece. Mas é justamente este o objetivo. Trata-se de uma atualização dos antigos seriados exibidos no cinema. O diretor Gore Verbinsky está dando as platéias de hoje a versão contemporânea do que Steven Spielberg e Robert Zemeckis fizeram nos anos 80. Diversão pura e inadulterada. Dá até mesmo para dividir o longa em pequenos episódios de um desses seriados. Com direito a ganho para o próximo episódio e tudo o mais. Até escuto o narrador dizendo ao final do capítulo "Will Jack Sparrow and Will Turner escape from these hungry cannibals?".
Em filmes assim o que importa são as emoções provocadas. Nesses quesito, não há nada melhor este ano. As cenas de ação são empolgantes e delirantes (a luta de espadas sobre uma roda d'água rolando colina abaixo é especialmente memorável), realmente faz o público rir e tem ritmo é vertiginoso. Verbinsky entrega tudo o que o público quer ver. O que os críticos que não gostaram do filme deveriam ter dito se as cenas funcionam ou não, o que não funciona nelas, se o ritmo é acelerado ou lento demais, se o filme é capaz de emocionar o seu público. É isto, pô. Estamos falando de cinema de gênero. é um maldito filme de piratas contra monstros! Ninguém está falando de Godard. É tão difícil saber qual o gênero de uma fita e analisá-la dentro das convenções dele? Preguiça e má-vontade. Nada mais.
Besteira. A trama faz todo o sentido do mundo e é uma delícia. Uma mistura maravilhosa de enredo e clima das produções rodadas na Hollywood do star system, exalando aventura por todos os seus fotogramas como os filmes inesquecíveis estrelados por Errol Flynn. Além disto, ainda temos antigas lendas marítimas, monstrengos lovecraftianos, canibais, vodu, macaco zumbi e Johnny Depp dominando o mundo durante cerca de duas horas e meia.
A trama? O filme abre com Will Turner (Orlando Bloom) e Elizabeth Swann (Keira Knightley) sendo presos e condenados a morte, no dia de seu casamento, por terem ajudado o criminoso Jack Sparrow (Johnny Depp) a fugir da prisão. Na verdade, tudo não passa de um complô para que o oficial encarregado da prisão consiga para si a bússola aparentemente sem utilidade de Sparrow. Para alcançar seu objetivo, ele manda Turner no encalço do pirata com um ultimato: "volte com a bússola ou ela morre.
Enquanto isto, Sparrow passa a ter sua alma cobrada por Davy Jones (Bill Nighy), pirata amaldiçoado e uma conhecida lenda dos mares no hemisfério norte. Foi Jones quem deu o Pérola Negr
a ao anti-herói e a hora de saldar a dívida chegou. Para isto, ele está atravessando os mares atrás do pirata rock star acompanhado de sua tripulação de monstros. Veja bem. A tripulação tem vida eterna, mas aos poucos está sendo clamada pelo mar. Com o passar dos anos, mais eles vão se tornando criaturas marítimas. A única salvação de Sparrow para escapar desse destino é encontrar o tal baú do morte, aonde o coração de Jones está guardado. Mas para isto ele antes precisa encontrar a chave que abra o baú.É isto. Consegui resumir razoavelmente bem em dois parágrafos. É claro que muito mais coisa acontece. Mas é justamente este o objetivo. Trata-se de uma atualização dos antigos seriados exibidos no cinema. O diretor Gore Verbinsky está dando as platéias de hoje a versão contemporânea do que Steven Spielberg e Robert Zemeckis fizeram nos anos 80. Diversão pura e inadulterada. Dá até mesmo para dividir o longa em pequenos episódios de um desses seriados. Com direito a ganho para o próximo episódio e tudo o mais. Até escuto o narrador dizendo ao final do capítulo "Will Jack Sparrow and Will Turner escape from these hungry cannibals?".
Em filmes assim o que importa são as emoções provocadas. Nesses quesito, não há nada melhor este ano. As cenas de ação são empolgantes e delirantes (a luta de espadas sobre uma roda d'água rolando colina abaixo é especialmente memorável), realmente faz o público rir e tem ritmo é vertiginoso. Verbinsky entrega tudo o que o público quer ver. O que os críticos que não gostaram do filme deveriam ter dito se as cenas funcionam ou não, o que não funciona nelas, se o ritmo é acelerado ou lento demais, se o filme é capaz de emocionar o seu público. É isto, pô. Estamos falando de cinema de gênero. é um maldito filme de piratas contra monstros! Ninguém está falando de Godard. É tão difícil saber qual o gênero de uma fita e analisá-la dentro das convenções dele? Preguiça e má-vontade. Nada mais.




6 Comments:
uau, a imagem ficou tão bem recortada!! e o fundo está idêntico ao do blog!
tu tá arrebentando no photoshop, hein gatinho! :p
UFa! Que bom que você notou. Foi tudo uma paquera, beibe.
Curtiu a caneca?
cara. é uma caneca!!! eu nunca teria notado por mim mesma..
p.s.: claro que o texto tb ficou um aprumo só. ou vc pensa q eu só me ligo nas gravura?
- grilos cantando -
Liga não, Isa. Eu sou zuão mesmo.
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